Caminhando por Santiago, comecei a compreender
um pouco mais o sentido da vida, da minha caminhada pela vida. Percebi que
quando decidi fazer o caminho já sabia que ia chegar até a Catedral,
independente das pedras que ia encontrar pelo caminho. Não importava o “como” chegar e sim “onde” eu estava determinada a
ir. Eu senti que eu conseguiria, eu senti que o caminho me chamava, eu senti
que era o momento certo para dar este passo em minha vida. O primeiro passo
começa em decidir aonde você quer ir e se sentir chegando lá!
Depois que eu decidi e dei meu primeiro passo
rumo a este caminho eu comecei a planejar o que precisaria fazer para chegar
lá, achei que se me preparasse fisicamente, se organizasse minha mochila de
modo tudo a ficar fácil, que se eu levasse creme para descansar as pernas, kit
anti-bolha, meias apropriadas, blusas corta vento, capa de chuva, luvas, eu
estaria protegida do frio, do vento, da chuva, das bolhas. E o pior eu pensei
que levando meus kits de auto cura e ferramentas de PNL, e todas as técnicas eu
ia fazer o caminho como se fosse uma viagem de turismo, aí era só inserir o CD
com as perguntas a serem respondidas que elas chegariam até mim num piscar de
olhos. Muito bem, por mais que tudo
pareça uma ciência exata como a matemática existem variáveis infinitas que
jamais poderão ser previstas por nós, e por mais que você aprenda na teoria
tudo que é preciso ser feito, na hora da prática as coisas saem diferente
daquilo que a gente planejou! Quando nos prendemos a planejar “o como faremos”
fechamos nosso campo de possibilidades infinitas para o universo e carregamos
peso demais que não é necessário.
Durante a caminhada protegi meus ouvidos do
vento com o capuz da blusa, ora apertava, ora afrouxava. Coloquei capa de chuva
para me não me molhar, mas toda vez que precisava pegar algo na mochila, eu me
molhava ainda mais. Usei luvas para me proteger do frio, porém elas não me
permitiam pegar nada na mala ou nos bolsos sem precisar tirá-las. Desviei de
poças de lama para não sujar a bota, mas quase escorreguei no barranco desviando
delas. Depois de alguns passos, fiquei mais incomodada com tudo aquilo que
decidi me permitir sentir a chuva e lembrar do quanto eu tinha pedido para
brincar na chuva quando criança, me permiti sentir o vento e escutar a sintonia
perfeita que ele fazia ao gritar entre as folhas, permiti sujar as botas na
lama e ver que durante o caminho metade do barro ia ficando pela estrada,
permiti sentir o frio nas mãos e ver que ao longo do caminho a gente já nem
sente mais o frio e o corpo consegue se adaptar. Então o caminho me disse: entregue-se e agradeça aquilo que a vida está
te oferecendo, permita sentir o que a vida está te dando, não se proteja com armaduras
para evitar que algo aconteça, isso só tornará mais árdua a sua caminhada e
acabará não permitindo você perceber paisagens lindas que estão a sua volta,
acabará não permitindo você sentir o quanto o fluxo da vida é maravilhoso!
Depois de largar as armaduras comecei a
observar a chuva e o sol com uma intensidade jamais vista, comecei a perceber
que alguns dias o céu estava azul cristalino e outros cinzento, e consegui
perceber que o céu azul é bonito de contemplar e o cinza pode nos alertar para
a chuva que vai cair ou o frio que vai fazer. Percebi muitas pedras, entendi
que algumas pedras devem ser puladas, outras desviadas e outras você nem
percebe que estão lá, e as vezes a gente até brinca com elas pelo caminho. Mas
percebi que mesmo que existam pedras no caminho você consegue passar e também
sempre haverá flores para contrastar com elas. Percebi que se eu estiver vendo
uma paisagem linda a minha volta, ou estiver com uma companhia agradável, pouco
importa o cheiro de bosta de vaca. Vi pessoas sorrindo e outras sofrendo de
dor. Percebi jovens caminhando lentamente e idosos caminhando com velocidade. Percebi
que a idade é apenas uma forma de contar os anos, mas ela não te impede de nada
e nem de ser mais rápido ou mais lento, o ritmo é você que escolhe. E em meio a
todos estes cenários representando a dualidade da vida percebi que são nas
diferenças que a vida se faz, são elas que nos movem para frente, e tudo
depende da forma como olhamos e lidamos com elas, e isso é uma escolha nossa. Compreendi
que a vida sempre está pronta para compartilhar com você todas as respostas,
mas ficamos tão preocupados com as distrações do dia a dia que nem olhamos o
belo que está ao nosso lado.
Durante esta caminhada que cada vez mais se
tornava interessante pude compartilhar de momentos ao lado de pessoas
maravilhosas e compartilhar de histórias e aprendizados de cada uma delas. Pude
apreciar momentos de alegria e de dor, pude compreender durante as conversas
que alguns traziam através de suas histórias respostas para as minhas perguntas
e que outras vezes eu podia compartilhar a resposta sem precisarmos fazer a
pergunta um para o outro. E que fazemos um esforço enorme em querer ajudar o
outro, dando nossas opiniões, analisando racionalmente, julgando, quando na
verdade não precisamos nada disso só precisamos apenas ser nós mesmos e ouvir a
voz que se manifesta através do outro. Estamos todos conectados e sempre há uma
voz que virá te dar a resposta para aquilo que você precisa para seguir
adiante, sempre aparecerá uma seta amarela para te dar a direção, e esta seta
não virá através de nenhum anúncio com neon, mas da maneira mais simples que
muitas vezes não nos permitimos ver ou ouvir. Sempre tem uma alma que vai estar
junto de você seja ela viva ou não, que vai te ajudar a ser um ser humano
melhor e a tornar outros seres humanos melhores. Temos que estar pronto para
ouvi-los.
Neste momento consegui identificar as
principais setas que me foram colocadas no meu caminho até aqui. Inclusive em
um dos momentos do caminho enquanto eu andava sozinha eis que surge uma destas
setas trazendo uma voz atrás de mim: ” você não está usando os cajados da
melhor forma” e eu parei, claro por educação para aprender o ensinamento, mas
já com os meus pensamentos falando: “Eu Já tentei, não consigo. Acabo sempre me
atrapalhando mais do que ajudando”. Sorri e agradeci e segui o caminho bagunçando
meu cajado com meus passos mais rápidos que ele, foi aí que Napoleon Hill
soprou em meus ouvidos: “Se você pensa que não vai conseguir, a vitória não
sorrirá para você”. Ri de mim mesma e então decidi que eu conseguiria sim fazer
algo tão simples, afinal duas vozes estavam me desafiando. Então percebi que que
eu tinha me negado aprender algo que eu achava bobo demais. Então comecei a
praticar sozinha: direita, esquerda, direita, esquerda, e de repente eu já
trocava tudo e os pés eram mais rápidos que as mãos, dava dois passinhos com o
mesmo pé para alcançar o ritmo do cajado, e eu ria sozinha pelo caminho, e lembrei
de uma aula quando o professor disse que precisávamos de 5000 horas para
nos tornarmos excelentes e decidi que ainda tinha muito caminho pela frente
para eu praticar a direita e esquerda com meu cajado. Depois de muitos km
rodados eu me vi como uma inconsciente competente e satisfeita por ter me
permitido aprender e errar, aprender e acertar, acertar e perceber que eu devia
definitivamente praticar a Filosofia do Sucesso! Se eu estava me comportando
assim para coisas bobas, imagine para o que realmente importa. Foi aí que a
Filosofia ficou consumada, no momento em que eu percebi que errar
faz parte do processo desde que eu acredite que vou vencer! Foi neste momento
que tomei a decisão de que eu preciso me permitir errar, ser menos crítica
comigo mesmo, acreditar em mim mesma, para que eu possa avançar nos meus sonhos
senão vou estar a todo momento dando voltas em círculos.
E nesta caminhada cheia de setas amarelas tive
o privilégio de encontrar pelo caminho um atleta paraolímpico que estava lá
fazendo carimbos na Compostelana com um capricho e uma boa vontade para
realizar o sonho dele de ir para as Olímpiadas de 2016. Ele estava lá de moeda
em moeda, de carimbo em carimbo, esperando o próximo peregrino sem nenhuma
ansiedade, sem nenhuma pressa de fazer cada carimbo, mesmo que esse capricho o
levasse a perder a moeda de outros peregrinos. E ele me deu uma das principais
setas para eu seguir a minha eterna caminhada. Quando queremos um sonho, não
importa o “como faremos” ou “o que faremos”, o que importa é onde queremos ir. Aceitar
as possibilidades que o caminho está me oferecendo e recebe-las com carinho e
amor, mesmo que a princípio, pareça não fazer sentindo, mesmo que aquele trecho
esteja tão distante daquilo que é meu sonho, mesmo que seja incerta a passagem
dos peregrinos para deixar a moeda, se eu acreditar na vitória o caminho me
mostrará as setas que devo seguir. A vida sempre encontrará uma maneira de me
dar aquilo que preciso para obter a vitória, só preciso aceitar e confiar que
mesmo de moeda em moeda, eu vou chegar aonde estou determinada a ir, a única
coisa que eu devo fazer é dar o primeiro passo e colocar amor em cada ato. Tomei
a decisão de abandonar a ansiedade de querer resolver tudo imediatamente, de
querer que as soluções e as mudanças aconteçam da noite para o dia, de me abrir
para o que o Universo está me dando e fazer de cada ato um ato de amor!
E nesse caminho que estava percorrendo e tendo
a oportunidade de aprender, a dor em meu joelho insistia em me acompanhar. No preparatório que fiz no Caminho do Sol eu já havia sofrido com outras dores e tinha percebido
que quanto mais eu resistisse a ela e tentasse controla-la mais dolorido e
difícil ficava meu caminho, resolvi aceitar e respeitei meu limite, adotando um
ritmo bom para nós. Mas em alguns momentos o peso da dor e do cansaço
precisavam ser vencidos, eles gritavam mais alto. E nesta hora mais uma pessoa
apresentou-se como uma seta para as minhas respostas dizendo: Quando a vida está
muito difícil, você precisa deixar a seriedade de lado e se divertir, encontrar
coisas que te tragam alegria, tirar a mente da dor e da dificuldade. “
Realmente, depois do nascimento do meu filho e meu processo de separação, eu
havia me tornado muito racional e me colocado dentro de uma caixa e eu senti
que precisava trazer minha criança interior de volta. E como foi divertido
traze-la à tona! Eu precisava voltar a me conectar com as pessoas e perceber eu
posso falar besteiras, eu posso fazer coisas “bobas”. Que eu posso dançar e
pular sempre que eu quiser. Eu precisava parar de intelectualizar tudo a todo
momento, eu estava sendo arrogante me isolando das pessoas que estavam fazendo
estas coisas como se elas não estivessem seguindo o caminho para a evolução,
como se elas estivessem desperdiçando o tempo dela com besteiras. E no momento
mais difícil do caminho eis que surge o “Chupito” para trazer a consagração
desta resposta, e eu decidi que a minha vida deve ser vivida com alegria e
menos crítica e julgamentos a mim mesmo e aos outros, que eu preciso aprender
me divertindo, que eu preciso trabalhar me divertindo, que preciso ser mãe me
divertindo. Por que a vida é feita de alegria, não posso mais deixar para o fim
a felicidade, caindo assim a crença de que a “felicidade não é deste mundo”!
Ela é sim, aqui e agora!
E nesta resposta eu compreendi que eu tinha
deixado de lado minha vaidade, tinha deixado de cuidar de mim por ter uma
crença muito forte de que para ser humilde eu precisava vestir um chinelo feito
de palha e uma roupa maltrapilha, ser pobrinha, e largar tudo que eu havia
intitulado como “mundano” para poder “carregar a cruz pesada de Cristo em troca
do Reino dos Céus.” A crença mais forte que guiava meus passos até hoje caiu
por terra. Aí veio em minha mente meus comportamentos e atitudes que estavam fazendo
parte do meu dia a dia, que estavam norteando meus passos e me afastando de mim
mesma. “Pode deixar que eu resolvo” “Se não sou eu a resolver isso” “Está
vendo, eu consigo carregar esta cruz”! “Apesar de difícil e pesada eu sou
forte, eu aguento o peso da cruz“. “Eu não preciso destes aparatos para ficar
bonita, pois isso aqui é só um corpo que a Terra vai comer”. “Eu não vou tomar
um chopp que isso é da época que eu estava na escuridão” “Essas pessoas são
muito imaturas”. E minha voz interior gritou: “Está vendo como eu sou
humildezinha”. “ Está vendo como eu estou caminhando em direção ao Reino dos
Céus”. E ela riu e disse: “Nossa, quanta arrogância disfarçada de uma luta por
humildade!!” Quando percebi isso, num primeiro momento fiquei com raiva de mim, pois há tempos venho tentando melhorar meus defeitos, mas não sabia que
era a minha definição de HUMILDADE que era minha crença mais limitante! Descobrir
isso foi mais dolorido que a dor do joelho que me acompanhava. Por sinal aí
estava a razão desta dor!
Foi nessa hora que havia chegado a hora de
confirmar a lição do perdão que tinha começado no encontro antes do caminho com
a minha mãe, seguida do perdão por toda história vivida junto ao meu pai, que
vivi e senti aos pés de São Roque no caminho de Cebreiro até Triacastela, era
chegada a hora de eu ME perdoar, era chegada a hora de largar a cruz, de eu
saber que tudo que eu havia vivido e estava vivendo tinha sido necessário e
tinham me levado até ali. Naquele momento eu senti que realmente a vida é um
eterno caminhar, cheio de acertos e erros, cheio de escudos, máscaras e
proteções que vestimos para suportar dores que vão nos corroendo ao longo da
vida, e que usamos os recursos que temos disponíveis para enfrentar as
situações da vida. E isso não é o fim do mundo e nem motivo para condenação nem
minha e nem de ninguém. É apenas a melhor opção para o momento. Eu usei a
arrogância disfarçada de humildade por que em alguns momentos da minha infância
onde eu precisava de colo eu tive que mostrar força para suportar as dores que
estava vivendo e eu venci aqueles momentos, eu superei. Repeti apenas os
comportamentos que tinham dado certo naquele momento. Percebi que meus irmãos
escolheram outras opções para a mesma situação e nenhum de nós fez a escolha
errada. Fizemos a escolha que podíamos suportar. Percebi também que algumas
destas dores que eu mascarava eu consegui descobrir e superar rápido, outras eu
precisei carregar até aqui para tirar o véu e superar e outras ainda podem
estar escondidas e no momento certo elas vão surgir.
Foi aí que fiz a analogia do caminho como um
todo, onde cada um de nós estava percorrendo o mesmo caminho, mas cada um de
nós estava usando os recursos e agindo e reagindo de acordo com o que estava
preparado, carregando a mochila da melhor forma que podia carregar, segurando
ou não o cajado, usando capa ou não, com bolhas nos pés ou não, reclamando ou
sorrindo, com dor ou sem dor... E percebi que dentro deste mundo de infinitas
possibilidades e contrastes entre opostos todos nós vivemos as mesmas lições em
alguma situação, ou trecho do caminho da vida. E mais uma vez o caminho me
trouxe a resposta para uma das minhas perguntas: Cada um tem o seu tempo, cada
um tem a sua forma de enfrentar as situações! E não existe tempo certo ou não,
não existe forma certa. A lesma que percorria o caminho lentamente, assim como
o burrinho que carregava o peso de seus donos, assim como os bois seguiam pelo
pasto, assim como eu estava ali a caminhar, todos estávamos a percorrer um
trecho do caminho da vida, sem julgamentos, sem medo de ser criticado. As
pessoas podem ser lesmas e eu não posso mudar a natureza delas se assim elas
decidirem e eu posso ser aquilo que eu quiser independente do olhar crítico dos
outros. Decidi nesta hora que era tempo de parar com medo de não fazer as
coisas e ser criticado, ou fazer e já se colocar na defensiva sabendo que ia
ser atacada pelas críticas. Também decidi que não devo mais julgar o
comportamento do outro ou querer que o outro mude, cada um tem seu momento, sua
hora e sua forma de ser. A minha realidade é diferente da realidade do outro, o
que eu vejo, ou sinto não é o que o outro veem ou sente. E que eu tenho que me
amar independente de qualquer coisa, com meus erros e acertos.
E segui minha caminhada, e percebi que estávamos
todos ali caminhando cada um do seu jeito, e no seu tempo, a sua maneira convivendo
com o amor, com a dor, com a alegria e a tristeza, fazendo amizades, olhando o
passado e projetando o futuro, mas vivendo intensamente cada passo do agora para
a consagração da chegada. E para essa chegada, mesmo quando você acha que não
tem mais forças, a dor é intensa, o cansaço já toma conta de você, é hora de
você focar na sua certeza do destino e nesse sentimento de vitória encontrando
uma energia que jamais você imaginaria ter e se conectar com o divino e dar a
volta por cima e seguindo em frente para a consagração, para sentir o gosto da
glória com a certeza de que o caminho nunca acaba, as respostas que hoje são
respondidas, trazem novas perguntas e assim o caminho recomeça a cada final.
E o meu caminho hoje recomeça com a certeza de
que somente eu posso escolher os recursos que vou usar em cada trecho que vou
percorrer, qual a velocidade que vou colocar em cada passo que vou dar, quais
as pessoas vou escolher para estarem ao meu lado ou quais os momentos que vou
preferir estar sozinha, qual a estrada que quero pegar, qual o rumo que vou
seguir. Somente eu que posso escolher o que quero carregar, se quero levar
culpas, mágoas e fracassos em minha mochila ou se eu quero caminhar com a
leveza do perdão. Só eu posso escolher me levantar a cada tombo, se eu quero
sorrir ou chorar de cada dor, se eu vou desistir a cada erro ou se eu vou
tentar mesmo com medo. Só eu posso escolher se vou olhar para a beleza do
caminho ou se vou ficar preocupada com o cheiro que ele tem ou com as pedras
que estão nele. Só eu posso escolher levar as lições desse caminho para adiante.
Só eu posso escolher manifestar ou não Deus em mim. Só eu posso amar ou não
cada momento da vida que me foi dada.
E foi nestas certezas que escrevi minhas
cartas, desenhando meu futuro com amor, permitindo ao Universo me proporcionar
suas infinitas possibilidades dentro do caminho que quero seguir. E foi nestas
certezas que defini em minhas metas criar novos hábitos. Hábitos esses que me
levarão a novos caminhos. Entre eles posso citar: Cuidar do meu corpo, mente e
alma igualmente, Ser grata a cada momento que o Universo está me
proporcionando, confiar e permitir Deus se manifeste através do amor ao
próximo, Buscar conexões com as pessoas sem julgamentos, medos ou críticas.
Perdoar e aceitar as escolhas de cada um. Permitir me divertir sem culpa,
trabalhar com amor e aceitar a abundancia da vida!
E diante destes novos hábitos eu escolho hoje
agradecer a Deus pela oportunidade de viver estas possibilidades. Eu escolho agradecer
aos meus pais, avós e antepassados por terem usado todos os recursos que eles
tinham disponíveis e por terem carregado suas mochilas pesadas, por terem
feitos suas escolhas, que me direcionaram até aqui. E escolho agradecer a todas
as pessoas que foram setas amarelas ou anjos em minha vida e fizeram a
diferença na minha estrada, algumas mais que as outras, mas todas na sua devida
importância. Eu escolho agradecer a todos que fazem parte do meu caminho a honra de compartilhar este caminho de transformação de seres
humanos para um mundo melhor! Hoje eu assumo a
responsabilidade de compartilhar este caminho com outras pessoas e me permitir
fazer a melhor escolha.