Tudo que a minha mente pode imaginar, eu posso realizar!
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
A prática do bem exige simplicidade
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Aparências
Capítulo 21, item 1
“A árvore que produz maus frutos não é boa, e a árvore que produz bons frutos não é má; porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhem figos dos espinheiros e não se cortam cachos de uva de sobre as sarças...”
Fugimos constantemente de nossos sentimentos interiores por não confiarmos em nosso poder pessoal de transformação e, dessa forma, forjamos um “disfarce” para sermos apresentados perante os outros.
Anulamos qualquer emoção que julgamos ser inconveniente dizendo para nós mesmos: ‘‘eu nunca sinto raiva”, “nunca guardo mágoa de ninguém”, vestindo assim uma aparência de falsa humildade e compreensão.
Máscaras fazem parte de nossa existência, porque todos nós não somos totalmente bons ou totalmente maus e não podemos fugir de nossas lutas internas. Temos que confrontá-las, porque somente assim é que desbloquearemos nossos conflitos, que são as causas que nos mantêm prisioneiros diante da vida.
Devemos nos analisar como realmente somos.
Nossos problemas íntimos, se resolvidos com maturidade, responsabilidade e aceitação, são ferramentas facilitadoras para construirmos alicerces mais vigorosos e adquirirmos um maior nível de lucidez e crescimento.
Não devemos nunca mantê-los escondidos de nós próprios, como se fossem coisas hediondas, e sim aceitar essas emoções que emergem do nosso lado escuro, para que possamos nos ver como somos realmente.
Por não admitirmos que evoluir é experimentar choques existenciais e promover um constante estado de transformação interior é que, às vezes, deixamos que os outros decidam quem realmente somos nós, colocando-nos, então, num estado de enorme impotência perante nossas vidas.
A maneira de como os outros nos percebem tem grande influência sobre nós. Amigos opressores, religiosos fanáticos, pais dominadores e cônjuges inflexíveis podem ter exercido muita influência sobre nossas aptidões e até sobre nossa personalidade.
Portanto, não nos façamos de superiores, aparentando comportamentos de “perfeição apressada”; isso não nos fará bem psiquicamente nem ao menos nos dará a oportunidade de fazer autoburilamento.
Deixemos de falsas aparências e analisemos nossas emoções e sentimentos, aprimorando-os. Canalizadas nossas energias, faremos delas uma catarse dos fluxos negativos, transmutando-as a fim de integrá-las adequadamente.
Aceitar nossa porção amarga é o primeiro passo para a transformação, sem fugirmos para novo local, emprego ou novos afetos, porque isso não nos curará do sabor indesejável, mas somente nos transportará a um novo quadro exterior. Os nossos conflitos não conhecem as divisas da geografia e, se não encarados de frente e resolvidos, eles permanecerão conosco onde quer que estejamos na Terra.
Para que possamos fazer alquimia das correntes energéticas que circulam em nossa alma, procedamos à auto-observação e à auto-análise de nossa vida interior, sem jamais negar a nós mesmos o produto delas.
Lembremo-nos de que, por mais que se esforcem as más árvores para parecer boas, mesmo assim elas não produzirão bons frutos. Também os homens serão reconhecidos, não pelos aparentes “frutos”, não por manifestarem atos e atitudes mascarados de virtudes, mas por ser criaturas resolvidas interiormente e conscientes de como funciona seu mundo emocional.
Somente pessoas com esse comportamento estarão aptas a ser árvores produtoras de frutos realmente bons.
Hammed/Francisco do Espírito Santo Neto.
In Renovando Atitudes.
Simplicidade e Atitude
Os milênios se sucedem, segundo a segundo...
As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes...
A imponência do pinheiro e a beleza ipê começaram ambas na simplicidade das sementes...
Não fosse a gota e não haveria chuvas...
O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos e a mais bela construção não se teria efetuado senão a partir do primeiro tijolo...
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
Como já refere o adágio popular, nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias...
É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à "Ave Maria", de Bach, e à "Aleluia", de Hendel...
O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor, dispensou a fragilidade do berço...
... Assim também o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia a dia...
Ninguém pode mudar o mundo, mas podemos mudar uma pequena parcela dele:
esta parcela que chamamos de "Eu".
Não é fácil nem rápido...
Mas vale a pena tentar!
Sorria!!!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
A Gênese - Cap XVIII - São Chegados os tempos
27. - Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem. Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.
A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.
Tudo, pois, se processará exteriormente, como sói acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.
Muito menos, pois, se trata de uma nova geração corpórea, do que de uma nova geração de Espíritos. Sem dúvida, neste sentido é que Jesus entendia as coisas, quando declarava: «Digo-vos, em verdade, que esta geração não passará sem que estes fatos tenham ocorrido.» Assim decepcionados ficarão os que contem ver a transformação operar-se por efeitos sobrenaturais e maravilhosos.
28. - A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações. Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada da outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares.
Têm idéias e pontos de vista opostos as duas gerações que se sucedem. Pela natureza das disposições morais, porém sobretudo das disposições intuitivas e inatas, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo.
Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior. Não se comporá exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração.
O que, ao contrário, distingue os Espíritos atrasados é, em primeiro lugar, a revolta contra Deus, pelo se negarem a reconhecer qualquer poder superior aos poderes humanos; a propensão instintiva para as paixões degradantes, para os sentimentos antifraternos de egoísmo, de orgulho, de inveja, de ciúme; enfim, o apego a tildo o que é material: a sensualidade, a cupidez, a avareza.
Desses vícios é que a Terra tem de ser expurgada pelo afastamento dos que se obstinam em não emendar-se; porque são incompatíveis com o reinado da fraternidade e porque o contacto com eles constituirá sempre um sofrimento para os homens de bem. Quando a Terra se achar livre deles, os homens caminharão sem óbices para o futuro melhor que lhes está reservado, mesmo neste mundo, por prêmio de seus esforços e de sua perseverança, enquanto esperem que uma depuração mais completa lhes abra o acesso aos mundos superiores.
29. - Não se deve entender que por meio dessa emigração de Espíritos sejam expulsos da Terra e relegados para mundos inferiores todos os Espíritos retardatários. Muitos, ao contrário, aí voltarão, porquanto muitos há que o são porque cederam ao arrastamento das circunstâncias e do exemplo. Nesses, a casca é pior do que o cerne. Uma vez subtraídos à influência da matéria e dos prejuízos do mundo corporal, eles, em sua maioria, verão as coisas de maneira inteiramente diversa daquela por que as viam quando em vida, conforme os múltiplos casos que conhecemos. Para isso, têm a auxiliá-los Espíritos benévolos que por eles se interessam e se dão pressa em esclarecê-los e em lhes mostrar quão falso era o caminho que seguiam. Nós mesmos, pelas nossas preces e exortações, podemos concorrer para que eles se melhorem, visto que entre mortos e vivos há perpétua solidariedade.
É muito simples o modo por que se opera a transformação, sendo, como se vê, todo ele de ordem moral, sem se afastar em nada das leis da Natureza.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Amor e Vida
quarta-feira, 6 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Aprendendo com gratidão
terça-feira, 29 de maio de 2012
Seja você de verdade
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Retratos de nossos sentimentos
Se quisermos ter uma atração magnética de luz, limpemos as vidraças da mente, para que o sol interno se expanda em todas as direções dos nossos caminhos.
________________Miramez/João N. Maia
Maturidade
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Vibre pelo Amor
Você me decepcionou...
Você me decepcionou são palavras impensadas de quem ainda e' incapaz de olhar para si mesmo.
Jogar a culpa no outro pelas proprias escolhas e' um artifício que se costuma utilizar a fim de não assumir a condição de fraqueza, fracasso ou impotência. Exigir atitudes diferentes justificando o bem comum também faz parte de um egoísmo sem medida, gerado pela incompetência de colocar-se no lugar do outro ou ainda pelo medo de se olhar e perceber que não é tão perfeito , tão forte , esperto ou inteligente.
Diminuir alguem e' uma forma de aliviar a própria incapacidade assim como, reclamar do sofrimento, da tristeza, do fracasso, e' um truque para alimentar o ego e livrar-se da responsabilidade de encontrar a felicidade.
Triste saber que ainda buscamos tudo atraves do outro, tanto as culpas pelos fracassos quanto a responsabilidade de ser feliz. Acreditar nisso talvez seja justificado pelo medo do chamado juizo final. Mas sera que existe um final?
Talvez estejamos tendo uma visao bastante limitada da vida e buscando justificativas por medo de enfrentar o desconhecido.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Dilema de gerações
Hoje o que vemos são pais buscando filhos mais participativos nas decisões. Pais permitindo que seus filhos escolham o que fazer, o que comer, o que vestir, o que falar, e as milhares escolhas que nós adultos, cheio de experiências e vivências ainda não sabemos fazer.
Cada geração lutando pelo comportamento oposto vivido e sofrido. Uma luta desordenada, sem medida. Uma luta inconsciente movida por egos coletivos tentando afirmar quem e' melhor.
Os resultados destas lutas sao repetidos. Sofrimento, dor, mágoas, infelicidade.
Ditadura e liberdade de expressão,
liberdade de expressão e autoritarismo, autoritarismo e liberdade de escolhas...
Mudamos os nomes mas repetimos os ciclos e continuamos inconscientes de nós mesmos. Quantas gerações precisaremos viver para acordar?
Quanto sofrimento precisaremos passar e causar para compreender nossa missão?
Pascoa
Será que estamos realmente celebrando esta festa com o coração? Sera que temos a consciência deste signigicado? Pergunto, e me incluo nesta pergunta.
O conhecimento está aí, claro para quem quer aprender.
Páscoa: passagem, ressurreição, renascimento, renovação.
Coelhinho da páscoa: fertilidade, nova vida.
Ovos de páscoa: luz, vida iluminada, vida consciente.
"Pai, perdoai, eles nao sabem o que fazem", esta passagem mostra a inconsciencia humana diante da vida ha tantos anos. Como podemos acreditar e viver pela materia por tanto tempo. Ele veio para nos mostrar que a vida é muito mais que a matéria. Seu corpo sofreu e sangrou ate a morte mas Ele permanece vivo.
Ele morreu para nos mostrar como nos salvar, mas parece que nao conseguimos ver, e às vezes vemos mas não conseguimos agir. Por que?
O que precisamos nesta pascoa é permitir esta ressurreição em nós, permitir uma vida consciente, não de matéria, mas de conhecimento, de sabedoria, de alma, de perdão e amor ao próximo. Mas não fiquemos só nas palavras. Que possamos sair dos templos e agir segundo as palavras de Deus. Que possamos entregar ao próximo os ovos de uma nova vida, que eles simbolizem o perdão, o amor, a unidade. Que os coelhinhos possam trazer as nossas crianças a fertilidade de novos indivíduos mais conscientes. Que a luz do sol brilhe intensamente e uma nova primavera floresca sobre a Terra.
Feliz passagem a todos.
Que a cada dia mais e mais pessoas possam viver a páscoa plenamente independente da data.
sexta-feira, 30 de março de 2012
O Verdadeiro Mestre
Essa tal felicidade...
quarta-feira, 28 de março de 2012
Um Olhar Diferente

Me pego a julgar insistentemente cada ação minha e do outro.
Julgamentos frios e sem piedade quando se trata do outro e julgamentos cheios de desculpas quando feitos a mim mesmo.
Julgamentos baseados em verdades absolutas, formados por teorias e conceitos estudados, recebidos, por padrões pré-estabelecidos, cheios de regras, rótulos e teorias definidas por interesses.
Estes julgamentos são cheios de egos insuflados, tentando se prevalecer, se engradecer diante do outro.
Pobres de nós, seres humanos que vivemos perdidos em rótulos estabelecidos para classificar e manipular ou prevalecer partes de uma sociedade. Hoje vivemos entre o bem e o mal, o certo ou errado, o bonito ou feio, o gordo ou magro, o perfeito e o imperfeito, e muitos outros opostos.
Pobres de nós, seres pequenos ainda que acreditamos na ciência exata da vida, na complexidade das teorias, e perdemos a beleza da simplicidade, a alegria do novo, o amor dos humilhados.
Vamos perceber o quanto estamos caminhando na contramão da evolução de nossa alma.
Vamos parar de apontar o dedo para os outros ou nos cobrar por um perfeccionismo incansável estabelecido por uma sociedade enlouquecida de conceitos.
Vamos olhar para nós despidos de tudo.
Oscilando entre os Opostos
Eu quero ser feliz agora...
Se alguém disser pra você não cantar
Deixar teu sonho ali pr'uma outra hora
Que a segurança exige medo
Que quem tem medo Deus adora
Se alguém disser pra você não dançar
Que nessa festa você tá de fora
Que você volte pro rebanho.
Não acredite, grite, sem demora...
Eu quero ser feliz Agora...
Se alguém vier com papo perigoso de dizer que é preciso paciência pra viver.
Que andando ali quieto
Comportado, limitado
Só coitado, você não vai se perder
Que manso imitando uma boiada, você vai boca fechada pro curral sem merecer
Que Deus só manda ajuda a quem se ferra, e quando o guarda-chuva emperra certamente vai chover.
Se joga na primeira ousadia, que tá pra nascer o dia do futuro que te adora.
E bota o microfone na lapela, olha pra vida e diz pra ela...
Eu quero ser feliz agora (2x)
Se alguém disser pra você não cantar
Deixar teu sonho ali pr'uma outra hora
Que a segurança exige medo
E que quem tem medo deus adora
Se alguém disser pra você não dançar
E que nessa festa você tá de fora
Que volte pro rebanho.
Não acredite, grite, sem demora...
Eu quero ser feliz Agora....
Osvaldo Montenegro


