Tudo que a minha mente pode imaginar, eu posso realizar!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Um Olhar Diferente


Me pego a julgar insistentemente cada ação minha e do outro.

Julgamentos frios e sem piedade quando se trata do outro e julgamentos cheios de desculpas quando feitos a mim mesmo.

Julgamentos baseados em verdades absolutas, formados por teorias e conceitos estudados, recebidos, por padrões pré-estabelecidos, cheios de regras, rótulos e teorias definidas por interesses.

Estes julgamentos são cheios de egos insuflados, tentando se prevalecer, se engradecer diante do outro.

Pobres de nós, seres humanos que vivemos perdidos em rótulos estabelecidos para classificar e manipular ou prevalecer partes de uma sociedade. Hoje vivemos entre o bem e o mal, o certo ou errado, o bonito ou feio, o gordo ou magro, o perfeito e o imperfeito, e muitos outros opostos.

Pobres de nós, seres pequenos ainda que acreditamos na ciência exata da vida, na complexidade das teorias, e perdemos a beleza da simplicidade, a alegria do novo, o amor dos humilhados.

Vamos perceber o quanto estamos caminhando na contramão da evolução de nossa alma.

Vamos parar de apontar o dedo para os outros ou nos cobrar por um perfeccionismo incansável estabelecido por uma sociedade enlouquecida de conceitos.

Vamos olhar para nós despidos de tudo.



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