Tudo que a minha mente pode imaginar, eu posso realizar!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Caminhando por Santiago de Compostela

Caminhando por Santiago, comecei a compreender um pouco mais o sentido da vida, da minha caminhada pela vida. Percebi que quando decidi fazer o caminho já sabia que ia chegar até a Catedral, independente das pedras que ia encontrar pelo caminho. Não importava o “como” chegar e sim “onde” eu estava determinada a ir. Eu senti que eu conseguiria, eu senti que o caminho me chamava, eu senti que era o momento certo para dar este passo em minha vida. O primeiro passo começa em decidir aonde você quer ir e se sentir chegando lá!
Depois que eu decidi e dei meu primeiro passo rumo a este caminho eu comecei a planejar o que precisaria fazer para chegar lá, achei que se me preparasse fisicamente, se organizasse minha mochila de modo tudo a ficar fácil, que se eu levasse creme para descansar as pernas, kit anti-bolha, meias apropriadas, blusas corta vento, capa de chuva, luvas, eu estaria protegida do frio, do vento, da chuva, das bolhas. E o pior eu pensei que levando meus kits de auto cura e ferramentas de PNL, e todas as técnicas eu ia fazer o caminho como se fosse uma viagem de turismo, aí era só inserir o CD com as perguntas a serem respondidas que elas chegariam até mim num piscar de olhos.  Muito bem, por mais que tudo pareça uma ciência exata como a matemática existem variáveis infinitas que jamais poderão ser previstas por nós, e por mais que você aprenda na teoria tudo que é preciso ser feito, na hora da prática as coisas saem diferente daquilo que a gente planejou! Quando nos prendemos a planejar “o como faremos” fechamos nosso campo de possibilidades infinitas para o universo e carregamos peso demais que não é necessário.
Durante a caminhada protegi meus ouvidos do vento com o capuz da blusa, ora apertava, ora afrouxava. Coloquei capa de chuva para me não me molhar, mas toda vez que precisava pegar algo na mochila, eu me molhava ainda mais. Usei luvas para me proteger do frio, porém elas não me permitiam pegar nada na mala ou nos bolsos sem precisar tirá-las. Desviei de poças de lama para não sujar a bota, mas quase escorreguei no barranco desviando delas. Depois de alguns passos, fiquei mais incomodada com tudo aquilo que decidi me permitir sentir a chuva e lembrar do quanto eu tinha pedido para brincar na chuva quando criança, me permiti sentir o vento e escutar a sintonia perfeita que ele fazia ao gritar entre as folhas, permiti sujar as botas na lama e ver que durante o caminho metade do barro ia ficando pela estrada, permiti sentir o frio nas mãos e ver que ao longo do caminho a gente já nem sente mais o frio e o corpo consegue se adaptar. Então o caminho me disse:  entregue-se e agradeça aquilo que a vida está te oferecendo, permita sentir o que a vida está te dando, não se proteja com armaduras para evitar que algo aconteça, isso só tornará mais árdua a sua caminhada e acabará não permitindo você perceber paisagens lindas que estão a sua volta, acabará não permitindo você sentir o quanto o fluxo da vida é maravilhoso!
Depois de largar as armaduras comecei a observar a chuva e o sol com uma intensidade jamais vista, comecei a perceber que alguns dias o céu estava azul cristalino e outros cinzento, e consegui perceber que o céu azul é bonito de contemplar e o cinza pode nos alertar para a chuva que vai cair ou o frio que vai fazer. Percebi muitas pedras, entendi que algumas pedras devem ser puladas, outras desviadas e outras você nem percebe que estão lá, e as vezes a gente até brinca com elas pelo caminho. Mas percebi que mesmo que existam pedras no caminho você consegue passar e também sempre haverá flores para contrastar com elas. Percebi que se eu estiver vendo uma paisagem linda a minha volta, ou estiver com uma companhia agradável, pouco importa o cheiro de bosta de vaca. Vi pessoas sorrindo e outras sofrendo de dor. Percebi jovens caminhando lentamente e idosos caminhando com velocidade. Percebi que a idade é apenas uma forma de contar os anos, mas ela não te impede de nada e nem de ser mais rápido ou mais lento, o ritmo é você que escolhe. E em meio a todos estes cenários representando a dualidade da vida percebi que são nas diferenças que a vida se faz, são elas que nos movem para frente, e tudo depende da forma como olhamos e lidamos com elas, e isso é uma escolha nossa. Compreendi que a vida sempre está pronta para compartilhar com você todas as respostas, mas ficamos tão preocupados com as distrações do dia a dia que nem olhamos o belo que está ao nosso lado.
Durante esta caminhada que cada vez mais se tornava interessante pude compartilhar de momentos ao lado de pessoas maravilhosas e compartilhar de histórias e aprendizados de cada uma delas. Pude apreciar momentos de alegria e de dor, pude compreender durante as conversas que alguns traziam através de suas histórias respostas para as minhas perguntas e que outras vezes eu podia compartilhar a resposta sem precisarmos fazer a pergunta um para o outro. E que fazemos um esforço enorme em querer ajudar o outro, dando nossas opiniões, analisando racionalmente, julgando, quando na verdade não precisamos nada disso só precisamos apenas ser nós mesmos e ouvir a voz que se manifesta através do outro. Estamos todos conectados e sempre há uma voz que virá te dar a resposta para aquilo que você precisa para seguir adiante, sempre aparecerá uma seta amarela para te dar a direção, e esta seta não virá através de nenhum anúncio com neon, mas da maneira mais simples que muitas vezes não nos permitimos ver ou ouvir. Sempre tem uma alma que vai estar junto de você seja ela viva ou não, que vai te ajudar a ser um ser humano melhor e a tornar outros seres humanos melhores. Temos que estar pronto para ouvi-los.
Neste momento consegui identificar as principais setas que me foram colocadas no meu caminho até aqui. Inclusive em um dos momentos do caminho enquanto eu andava sozinha eis que surge uma destas setas trazendo uma voz atrás de mim: ” você não está usando os cajados da melhor forma” e eu parei, claro por educação para aprender o ensinamento, mas já com os meus pensamentos falando: “Eu Já tentei, não consigo. Acabo sempre me atrapalhando mais do que ajudando”. Sorri e agradeci e segui o caminho bagunçando meu cajado com meus passos mais rápidos que ele, foi aí que Napoleon Hill soprou em meus ouvidos: “Se você pensa que não vai conseguir, a vitória não sorrirá para você”. Ri de mim mesma e então decidi que eu conseguiria sim fazer algo tão simples, afinal duas vozes estavam me desafiando. Então percebi que que eu tinha me negado aprender algo que eu achava bobo demais. Então comecei a praticar sozinha: direita, esquerda, direita, esquerda, e de repente eu já trocava tudo e os pés eram mais rápidos que as mãos, dava dois passinhos com o mesmo pé para alcançar o ritmo do cajado, e eu ria sozinha pelo caminho, e lembrei de uma aula  quando o professor disse que precisávamos de 5000 horas para nos tornarmos excelentes e decidi que ainda tinha muito caminho pela frente para eu praticar a direita e esquerda com meu cajado. Depois de muitos km rodados eu me vi como uma inconsciente competente e satisfeita por ter me permitido aprender e errar, aprender e acertar, acertar e perceber que eu devia definitivamente praticar a Filosofia do Sucesso! Se eu estava me comportando assim para coisas bobas, imagine para o que realmente importa. Foi aí que a Filosofia ficou consumada, no momento em que eu percebi que errar faz parte do processo desde que eu acredite que vou vencer! Foi neste momento que tomei a decisão de que eu preciso me permitir errar, ser menos crítica comigo mesmo, acreditar em mim mesma, para que eu possa avançar nos meus sonhos senão vou estar a todo momento dando voltas em círculos.
E nesta caminhada cheia de setas amarelas tive o privilégio de encontrar pelo caminho um atleta paraolímpico que estava lá fazendo carimbos na Compostelana com um capricho e uma boa vontade para realizar o sonho dele de ir para as Olímpiadas de 2016. Ele estava lá de moeda em moeda, de carimbo em carimbo, esperando o próximo peregrino sem nenhuma ansiedade, sem nenhuma pressa de fazer cada carimbo, mesmo que esse capricho o levasse a perder a moeda de outros peregrinos. E ele me deu uma das principais setas para eu seguir a minha eterna caminhada. Quando queremos um sonho, não importa o “como faremos” ou “o que faremos”, o que importa é onde queremos ir. Aceitar as possibilidades que o caminho está me oferecendo e recebe-las com carinho e amor, mesmo que a princípio, pareça não fazer sentindo, mesmo que aquele trecho esteja tão distante daquilo que é meu sonho, mesmo que seja incerta a passagem dos peregrinos para deixar a moeda, se eu acreditar na vitória o caminho me mostrará as setas que devo seguir. A vida sempre encontrará uma maneira de me dar aquilo que preciso para obter a vitória, só preciso aceitar e confiar que mesmo de moeda em moeda, eu vou chegar aonde estou determinada a ir, a única coisa que eu devo fazer é dar o primeiro passo e colocar amor em cada ato. Tomei a decisão de abandonar a ansiedade de querer resolver tudo imediatamente, de querer que as soluções e as mudanças aconteçam da noite para o dia, de me abrir para o que o Universo está me dando e fazer de cada ato um ato de amor!
E nesse caminho que estava percorrendo e tendo a oportunidade de aprender, a dor em meu joelho insistia em me acompanhar. No preparatório que fiz no Caminho do Sol eu já havia sofrido com outras dores e tinha percebido que quanto mais eu resistisse a ela e tentasse controla-la mais dolorido e difícil ficava meu caminho, resolvi aceitar e respeitei meu limite, adotando um ritmo bom para nós. Mas em alguns momentos o peso da dor e do cansaço precisavam ser vencidos, eles gritavam mais alto. E nesta hora mais uma pessoa apresentou-se como uma seta para as minhas respostas dizendo: Quando a vida está muito difícil, você precisa deixar a seriedade de lado e se divertir, encontrar coisas que te tragam alegria, tirar a mente da dor e da dificuldade. “ Realmente, depois do nascimento do meu filho e meu processo de separação, eu havia me tornado muito racional e me colocado dentro de uma caixa e eu senti que precisava trazer minha criança interior de volta. E como foi divertido traze-la à tona! Eu precisava voltar a me conectar com as pessoas e perceber eu posso falar besteiras, eu posso fazer coisas “bobas”. Que eu posso dançar e pular sempre que eu quiser. Eu precisava parar de intelectualizar tudo a todo momento, eu estava sendo arrogante me isolando das pessoas que estavam fazendo estas coisas como se elas não estivessem seguindo o caminho para a evolução, como se elas estivessem desperdiçando o tempo dela com besteiras. E no momento mais difícil do caminho eis que surge o “Chupito” para trazer a consagração desta resposta, e eu decidi que a minha vida deve ser vivida com alegria e menos crítica e julgamentos a mim mesmo e aos outros, que eu preciso aprender me divertindo, que eu preciso trabalhar me divertindo, que preciso ser mãe me divertindo. Por que a vida é feita de alegria, não posso mais deixar para o fim a felicidade, caindo assim a crença de que a “felicidade não é deste mundo”! Ela é sim, aqui e agora!
E nesta resposta eu compreendi que eu tinha deixado de lado minha vaidade, tinha deixado de cuidar de mim por ter uma crença muito forte de que para ser humilde eu precisava vestir um chinelo feito de palha e uma roupa maltrapilha, ser pobrinha, e largar tudo que eu havia intitulado como “mundano” para poder “carregar a cruz pesada de Cristo em troca do Reino dos Céus.” A crença mais forte que guiava meus passos até hoje caiu por terra. Aí veio em minha mente meus comportamentos e atitudes que estavam fazendo parte do meu dia a dia, que estavam norteando meus passos e me afastando de mim mesma. “Pode deixar que eu resolvo” “Se não sou eu a resolver isso” “Está vendo, eu consigo carregar esta cruz”! “Apesar de difícil e pesada eu sou forte, eu aguento o peso da cruz“. “Eu não preciso destes aparatos para ficar bonita, pois isso aqui é só um corpo que a Terra vai comer”. “Eu não vou tomar um chopp que isso é da época que eu estava na escuridão” “Essas pessoas são muito imaturas”. E minha voz interior gritou: “Está vendo como eu sou humildezinha”. “ Está vendo como eu estou caminhando em direção ao Reino dos Céus”. E ela riu e disse: “Nossa, quanta arrogância disfarçada de uma luta por humildade!!” Quando percebi isso, num primeiro momento fiquei com raiva de mim, pois há tempos venho tentando melhorar meus defeitos, mas não sabia que era a minha definição de HUMILDADE que era minha crença mais limitante! Descobrir isso foi mais dolorido que a dor do joelho que me acompanhava. Por sinal aí estava a razão desta dor!
Foi nessa hora que havia chegado a hora de confirmar a lição do perdão que tinha começado no encontro antes do caminho com a minha mãe, seguida do perdão por toda história vivida junto ao meu pai, que vivi e senti aos pés de São Roque no caminho de Cebreiro até Triacastela, era chegada a hora de eu ME perdoar, era chegada a hora de largar a cruz, de eu saber que tudo que eu havia vivido e estava vivendo tinha sido necessário e tinham me levado até ali. Naquele momento eu senti que realmente a vida é um eterno caminhar, cheio de acertos e erros, cheio de escudos, máscaras e proteções que vestimos para suportar dores que vão nos corroendo ao longo da vida, e que usamos os recursos que temos disponíveis para enfrentar as situações da vida. E isso não é o fim do mundo e nem motivo para condenação nem minha e nem de ninguém. É apenas a melhor opção para o momento. Eu usei a arrogância disfarçada de humildade por que em alguns momentos da minha infância onde eu precisava de colo eu tive que mostrar força para suportar as dores que estava vivendo e eu venci aqueles momentos, eu superei. Repeti apenas os comportamentos que tinham dado certo naquele momento. Percebi que meus irmãos escolheram outras opções para a mesma situação e nenhum de nós fez a escolha errada. Fizemos a escolha que podíamos suportar. Percebi também que algumas destas dores que eu mascarava eu consegui descobrir e superar rápido, outras eu precisei carregar até aqui para tirar o véu e superar e outras ainda podem estar escondidas e no momento certo elas vão surgir.
Foi aí que fiz a analogia do caminho como um todo, onde cada um de nós estava percorrendo o mesmo caminho, mas cada um de nós estava usando os recursos e agindo e reagindo de acordo com o que estava preparado, carregando a mochila da melhor forma que podia carregar, segurando ou não o cajado, usando capa ou não, com bolhas nos pés ou não, reclamando ou sorrindo, com dor ou sem dor... E percebi que dentro deste mundo de infinitas possibilidades e contrastes entre opostos todos nós vivemos as mesmas lições em alguma situação, ou trecho do caminho da vida. E mais uma vez o caminho me trouxe a resposta para uma das minhas perguntas: Cada um tem o seu tempo, cada um tem a sua forma de enfrentar as situações! E não existe tempo certo ou não, não existe forma certa. A lesma que percorria o caminho lentamente, assim como o burrinho que carregava o peso de seus donos, assim como os bois seguiam pelo pasto, assim como eu estava ali a caminhar, todos estávamos a percorrer um trecho do caminho da vida, sem julgamentos, sem medo de ser criticado. As pessoas podem ser lesmas e eu não posso mudar a natureza delas se assim elas decidirem e eu posso ser aquilo que eu quiser independente do olhar crítico dos outros. Decidi nesta hora que era tempo de parar com medo de não fazer as coisas e ser criticado, ou fazer e já se colocar na defensiva sabendo que ia ser atacada pelas críticas. Também decidi que não devo mais julgar o comportamento do outro ou querer que o outro mude, cada um tem seu momento, sua hora e sua forma de ser. A minha realidade é diferente da realidade do outro, o que eu vejo, ou sinto não é o que o outro veem ou sente. E que eu tenho que me amar independente de qualquer coisa, com meus erros e acertos.
E segui minha caminhada, e percebi que estávamos todos ali caminhando cada um do seu jeito, e no seu tempo, a sua maneira convivendo com o amor, com a dor, com a alegria e a tristeza, fazendo amizades, olhando o passado e projetando o futuro, mas vivendo intensamente cada passo do agora para a consagração da chegada. E para essa chegada, mesmo quando você acha que não tem mais forças, a dor é intensa, o cansaço já toma conta de você, é hora de você focar na sua certeza do destino e nesse sentimento de vitória encontrando uma energia que jamais você imaginaria ter e se conectar com o divino e dar a volta por cima e seguindo em frente para a consagração, para sentir o gosto da glória com a certeza de que o caminho nunca acaba, as respostas que hoje são respondidas, trazem novas perguntas e assim o caminho recomeça a cada final.
E o meu caminho hoje recomeça com a certeza de que somente eu posso escolher os recursos que vou usar em cada trecho que vou percorrer, qual a velocidade que vou colocar em cada passo que vou dar, quais as pessoas vou escolher para estarem ao meu lado ou quais os momentos que vou preferir estar sozinha, qual a estrada que quero pegar, qual o rumo que vou seguir. Somente eu que posso escolher o que quero carregar, se quero levar culpas, mágoas e fracassos em minha mochila ou se eu quero caminhar com a leveza do perdão. Só eu posso escolher me levantar a cada tombo, se eu quero sorrir ou chorar de cada dor, se eu vou desistir a cada erro ou se eu vou tentar mesmo com medo. Só eu posso escolher se vou olhar para a beleza do caminho ou se vou ficar preocupada com o cheiro que ele tem ou com as pedras que estão nele. Só eu posso escolher levar as lições desse caminho para adiante. Só eu posso escolher manifestar ou não Deus em mim. Só eu posso amar ou não cada momento da vida que me foi dada.
E foi nestas certezas que escrevi minhas cartas, desenhando meu futuro com amor, permitindo ao Universo me proporcionar suas infinitas possibilidades dentro do caminho que quero seguir. E foi nestas certezas que defini em minhas metas criar novos hábitos. Hábitos esses que me levarão a novos caminhos. Entre eles posso citar: Cuidar do meu corpo, mente e alma igualmente, Ser grata a cada momento que o Universo está me proporcionando, confiar e permitir Deus se manifeste através do amor ao próximo, Buscar conexões com as pessoas sem julgamentos, medos ou críticas. Perdoar e aceitar as escolhas de cada um. Permitir me divertir sem culpa, trabalhar com amor e aceitar a abundancia da vida!

E diante destes novos hábitos eu escolho hoje agradecer a Deus pela oportunidade de viver estas possibilidades. Eu escolho agradecer aos meus pais, avós e antepassados por terem usado todos os recursos que eles tinham disponíveis e por terem carregado suas mochilas pesadas, por terem feitos suas escolhas, que me direcionaram até aqui. E escolho agradecer a todas as pessoas que foram setas amarelas ou anjos em minha vida e fizeram a diferença na minha estrada, algumas mais que as outras, mas todas na sua devida importância. Eu escolho agradecer a todos que fazem parte do meu caminho a honra de compartilhar este caminho de transformação de seres humanos para um mundo melhor! Hoje eu assumo a responsabilidade de compartilhar este caminho com outras pessoas e me permitir fazer a melhor escolha.

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