São tantas as limitações, tantos padrões, tantos preconceitos que nos param em questões banais nos impedindo de ver as infinitas possibilidades que estão a nossa frente.
Lutamos por certos e errados, esquecendo que o que ontem era certo já foi derrubado por outras certezas que nem sabemos até onde vai chegar!
São tantas regras e leis oriundas de sistemas que já não sabemos a quem seguir, se é que devemos seguir alguém.
Dividimos as pessoas por raças, territórios, credos, e teorias por que definimos que temos que ter explicação para tudo, definição para tudo.
Vivemos tentando descobrir a nossa origem e o nosso destino, queremos saber se estamos sós ou existem outras formas de vida. Precisamos rotular e categorizar cada coisa que descobrimos. E vivemos no movimento da busca esquecendo de viver o hoje, por não ter uma explicação plausível de quem somos nós.
Muito bem, quem sou eu?
Eu sou.
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